O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação no Estado de Rondônia (SINTERO) encaminhou um ofício às autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário, à Assembleia Legislativa, às Câmaras Municipais, ao Ministério Público, à Defensoria Pública, ao Tribunal de Justiça e demais órgãos e instituições responsáveis pela formulação, execução e fiscalização de políticas públicas, exigindo providências urgentes diante do avanço dos casos de feminicídio no estado.
O sindicato alerta para um cenário alarmante: em 2025, Rondônia registrou 25 casos oficiais de feminicídio, ocupando a 3ª maior taxa proporcional do país. Cada número representa uma vida interrompida, uma família destruída e uma sociedade que falha em proteger suas mulheres.
O SINTERO reforça que o feminicídio é a forma mais extrema de violência de gênero e que, mesmo sendo tipificado como crime grave desde 2015, as mulheres continuam vulneráveis e desprotegidas. O caso da professora Juliana Santiago, assassinada dentro de uma sala de aula, evidencia a gravidade dos crimes de violência contra a mulher e a fragilidade das políticas de proteção escolar, prevenção à violência, à saúde mental e a ausência de protocolos eficazes de proteção em instituições públicas.
Diante desse contexto, o ofício do SINTERO exige providências urgentes e eficazes, incluindo, mas não se limitando a:
O SINTERO conclama o Estado: “A vida das mulheres importa. O silêncio mata. A omissão também. Rondônia não pode continuar enterrando suas mulheres.”
Fonte: Secretaria de Imprensa e Divulgação - SID